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A história do couro nos mostra que desde datas remotas, o homem vem utilizando o couro.
Ao longo de sua evolução, o homem procurou obter, a partir da pele, praticamente todos os artefatos de que necessitava, ou seja, recipientes, vestimentas, armas de caça, artefatos guerreiros e sandálias. A pele e o couro também serviram como elemento de construção nas primeiras cabanas.
O couro natural, utilizado como era retirados dos animais, tornava-se rígido e apodrecia. Logo, o homem foi desenvolvendo formas de tornar o couro cru em couro curtido, por meio da utilização de óleos de animais para a conservação mas prolongada das peles.
Possivelmente, a evolução com relação à elaboração do couro, sofreu a seguinte ordem cronológica:
1 – A ação da fumaça nas peles;
2 – Uso de graxas e óleos de animais no tratamento;
3 – Exposição simultânea a fumaça e ao calor do fogo;
4 – Efeitos de determinados restos de vegetais e plantas sobre as peles, sugerindo o curtimento vegetal;
5 – O homem reconhece determinados efeitos sobre peles dispostas, após a esfola, em contato sobre determinados terrenos ou solos. Originando assim, o curtimento vegetal e animal.
As múltiplas maneiras de curtimento e conservação do couro evoluíram até o surgimento das indústrias do couro.
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